sábado, 30 de novembro de 2013

DEVOLUÇÃO DE FORÇAS NEGATIVAS

DEVOLUÇÃO DE FORÇAS NEGATIVAS

COM UM ESPELHO NA MÃO DIREITA, UMA ADAGA NA MÃO ESQUERDA, VIRE PARA O NORTE ,MOSTRE O ESPELHO  A ADAGA

“QUE TODA A ENERGIA NEGATIVA VINDA DO NORTE SEJA DEVOLVIDA PARA O NORTE COM A FORÇA DOS ELEMENTAIS DO NORTE”. (GNOMOS E DUENDES)

NORTE: Salvem os guardiões das torres do Norte. Venham juntar-se à nós neste circulo. Poderes da Terra , vinde! Vigiem este espaço sagrado. Nós os saldamos! Todos ficam em forma de pentagrama.

COM UM ESPELHO NA MÃO DIREITA, UMA ADAGA NA MÃO ESQUERDA, VIRE PARA O LESTE ,MOSTRE O ESPELHO  A ADAGA

“QUE TODA A ENERGIA NEGATIVA VINDA DO LESTE SEJA DEVOLVIDA PARA O Leste COM A FORÇA DOS ELEMENTAIS DO LESTE”. (Silfos)

LESTE: Salvem os guardiões das torres do Leste. Venham juntar-se à nós neste circulo. Poderes do Ar , vinde! Vigiem este espaço sagrado. Nós os saldamos! Todos ficam em forma de pentagrama.

COM UM ESPELHO NA MÃO DIREITA, UMA ADAGA NA MÃO ESQUERDA, VIRE PARA O SUL ,MOSTRE O ESPELHO  A ADAGA

“QUE TODA A ENERGIA NEGATIVA VINDA DO SUL SEJA DEVOLVIDA PARA O Sul COM A FORÇA DOS ELEMENTAIS DO SUL”. (Salamandras)

SUL: Salvem os guardiões das torres do SUL. Venham juntar-se à nós neste circulo. Poderes do Fogo , vinde! Vigiem este espaço sagrado. Nós os saldamos! Todos ficam em forma de pentagrama.

COM UM ESPELHO NA MÃO DIREITA, UMA ADAGA NA MÃO ESQUERDA, VIRE PARA O OESTE,MOSTRE O ESPELHO  A ADAGA

“QUE TODA A ENERGIA NEGATIVA VINDA DO OESTE SEJA DEVOLVIDA PARA O OESTE COM A FORÇA DOS ELEMENTAIS DO OESTE”. (Ondinas)

OESTE: Salvem os guardiões das torres do OESTE. Venham juntar-se à nós neste circulo. Poderes da Água , vinde! Vigiem este espaço sagrado. Nós os saldamos! Todos ficam em forma de pentagrama.

AGRADEÇA A GRANDE MÃE ,PEDIR PROTEÇÃO DO ARCANJO MIGUEL, DENTRO DO CIRCULO SAGRADO.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Oração a Deusa Ísis!

Oração a Deusa Ísis!





Deusa do amor e da magia hoje me volto a ti em busca de teu auxílio,



Conheces meu coração e anseios, sabes de minha alegrias e mazelas,


De ti nada é escondido, em ti encontro meu refúgio!






Conceda-me oh Rainha dos Deuses tua benção, acolhe-me em teus braços tal qual teu filho Hórus, 


Guia-me pelas estradas do deserto a tua fonte de águas cristalinas, 


Liberta-me oh Grande Mãe das amarras do tempo e dores do passado, 






Cobre com tuas areias os olhos de quem me quer o mal, afasta de mim os ímpios oh Deusa Ísis, 


Saúdo-te hoje e sempre em meu coração e alma, clamando a ti pelo equilibrio de meus caminhos, 


Conhecer-te é a benção das bençãos e hoje de coração aberto sinto tua presença em minha energia, 


Sei que comigo estás e que posso vencer todos os obstáculos sem a ninguém derrubar! 






És meu oásis na vastidão do deserto oh Grande Deusa! 






Assim Seja, Assim se faça!


terça-feira, 26 de novembro de 2013

STREGHERIA-O ALINHAMENTO CIMARUTA


O encanto cimaruta tem sido um símbolo da sociedade de bruxas italianas.
Em tempos posteriores, o encanto foi adotado dentro de práticas mágicas povo comum, e daí, assumiu um significado diferente. Entre os plebeus a cimaruta é usada como um amuleto de proteção contra o mau-olhado. Este é um exemplo de como os declínios esotéricos e transforma quando entra em reinos exotéricos.
No exercício um você estava alinhado à arruda , erva como uma conexão com a deusa Diana. No exercício dois agora vamos criar ligações a Diana e Bruxaria italiana em uma intenção maior. Olhando para a imagem do cimaruta, tomar conhecimento de como o ramo divide a partir do tronco em três grandes ramos. Com os olhos da mente vejo isso como a encruzilhada, um lugar onde três estradas se dividem. O cruzamento foi durante muito tempo um símbolo do ponto em que os mundos se encontram, e é, em essência, "o mundo entre os mundos." Quando estiver pronto, repita o seguinte:

Eu abraço o cruzamento antigos,
Sagrado ao longo de todo o tempo,
e os ensinamentos ali uma vez disse:
  Eu afirmo e agora fazer o meu.




Começando com o símbolo do galo, e movendo-se para baixo da esquerda para a direita, cada símbolo será dado um alinhamento.


Concentre seus pensamentos sobre o galo como um símbolo do portador da luz. Sua chamada traz a luz, que dissipa a escuridão. Em sua mente ver a sua cabeça como o centro do sol nascente com feixes de luz gerando para fora do horizonte. Quando estiver pronto, repita o seguinte:

Eu ouço a chamada de luz,
que dissolve a escuridão da noite.
Fantasmas fugir com a intenção de prejudicar,
De raios de luz, como flechas lançadas.

Em seguida, focar a sua mente seus pensamentos sobre o punhal. Este é o raio de luar sagrado de Diana. Com isso, ela envia a iluminação para aqueles que se reúnem sob a lua. Em sua mente ver um feixe de luz fixa para o arco de Diana. Quando estiver pronto, repita o seguinte:


A flecha de Diana enviou,
de corpo, alma e mente,
erra o alvo não significava,
mas persevera de encontrar.

Agora volte sua atenção para a lua com a serpente enrolada em volta dele. A lua representa o conhecimento oculto ou secreto (iluminação no reino da noite). A serpente é um símbolo das forças do outro mundo ou submundo, e é também o símbolo da deusa Proserpina. Concentre seus pensamentos sobre a lua e serpente. Com os olhos da mente, este símbolo como uma névoa mística que aparece com a forma (como ver uma imagem na forma de uma nuvem). Quando estiver pronto, repita o seguinte:


Luz que está na sombra visto,onde os segredos escondidos mente,porta de entrada para um mundo entre,visto pelo olho místico.


Em seguida, volte sua atenção para a chave. Este é o símbolo do portador de conhecimento que pode abrir portais para outras dimensões. Concentre seus pensamentos sobre a chave, e no olho da sua mente ver o brilhante chave na palma de sua mão esquerda. Quando estiver pronto, repita as seguintes palavras:

A chave para os mistérios, eu mantenho,Entradas para a velada incalculável.Através sagrada noite e dia abençoado,Eu entro profundo da maneira antiga.


O alinhamento final é a flor verbena, planta que no velho mito e lenda é sagrado para a corrida de fada. Há muito tempo considerada um sinal da aliança entre bruxa e fada. Traga os seus pensamentos para focar a imagem em flor. No olho da sua mente vê-lo abrir a você, e imaginar um perfume sedutor à deriva até encontrar o seu sentido de cheiro. Quando estiver pronto, repita as seguintes palavras:

Uma flor de fada da outra terra,tocá-lo é tomar um porão,de um lado fada.Entre os mundos que encontrá-lo,em um lugar sagrado,onde os aliados vêm nos cumprimentar,todos da raça fada.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O PODER DOS MANTRAS - Mantras para 2014 !!!


Os mantras comecei a seguir de verdade no final de 2012 que foi um dos piores anos da minha vida, depois que comecei a entender e coloquei de vez na minha vida, melhorou muito, mas é preciso entender e querer realmente.



Para que servem os mantras?


A palavra mantra significa em sânscrito “instrumento para o pensamento [adequado]” ( man = pensamento, mente; tra = instrumento). Basicamente, um mantra é um som que tem um significado e tem como objetivo lembrar algo importante para o praticante. Esse som pode consistir em um monossílabo, como o mantra Om, uma frase curta, como Om Gam Ganapataye namah (“eu saúdo Ganesha, o deus-elefante”), ou uma estrofe de 24 sílabas, como é o caso do Gayatri mantra. O mantra pessoal é prescrito tradicionalmente por um mestre, em função da necessidade do praticante.



Como podemos usar os mantras na prática? Por exemplo, quantas vezes podemos entoá-lo?


Tradicionalmente, um número razoável de repetições é 108. Para um mantra polissilábico como o Gayatri, por exemplo, isso significa uns 20 minutos por prática. No entanto, há práticas como o purashcharana, em que se fazem 1000 repetições diárias até completar 2.400.000 ao cabo de sete anos. Isso totaliza 100.000 repetições por cada uma das 24 sílabas do mantra.
Outra maneira de usar os mantras é associar a sua repetição mental com a respiração, como no caso do ajapa japa, técnica que consiste em acompanhar a observação da respiração com a mentalização do mantra so’ham.
O que precisamos fazer para entoá-lo (ficar no silêncio, fazer mentalizações, etc)?

O Kularnava Tantra nos ensina que há três formas de fazer um mantra: mentalmente, murmurando, e em voz alta. Dessas maneiras, considera-se que o mantra murmurado seja mais poderoso que aquele feito em voz alta, e que o mantra feito mentalmente seja mais eficiente que o murmurado. No entanto, a mesma escritura nos aconselha a mudarmos de técnica quando percebermos que estamos perdendo a concentração ou quando estamos nos distraindo, passando da repetição mental para a verbalização em voz alta ou vice-versa. É possível também associar o mantra com um yantra, um símbolo. Por exemplo, ao gayatri mantra corresponde o yantra do mesmo nome, que pode ser visualizado mantendo-se os olhos fechados ou focalizado com eles abertos durante a meditação.
Quais são os efeitos do mantra?


Os mantras têm a capacidade de servir como foco para que a mente se concentre. Ela tem a sua própria agenda e difícilmente pode ser controlada. Se você percebe essa dificuldade na sua meditação, significa que sua mente é totalmente normal. Respire aliviado, pois isso acontece com todo o mundo. Seu trabalho durante o mantra consiste justamente em trazer incessantemente a mente de volta para o som do mantra e refletir sobre seu significado. Isso traz como conseqüência o aquietamento da mente. Essa paz mental não é um fim em si mesmo, mas um meio para conseguir o discernimento, para preparar-se para a libertação, moksha. Muito embora os mantras possam ser usados para relaxar, combater a ansiedade ou o estresse, esse fim não deve ser esquecido.

Como funcionam?

Conhecer o significado do seu mantra, se você tem um, é fundamental. Tem pessoas que afirmam que os mantras não têm significado, ou que saber o que o mantra quer dizer não é importante, para afastar a desconfiança dos cristãos, ou para apresentar a prática da meditação sobre eles como algo “científico”. Se o mantra foi especialmente escolhido para você, como é que ele não tem significado? Como posso confiar na eficiência desse mantra ou nas boas intenções de tais professores? O Rudrayamala , um texto antigo de Yoga, diz: “Os mantras feitos sem a correspondente ideação são apenas um par de letras mecanicamente pronunciadas. Não produzirão nenhum fruto, mesmo se repetidas um bilhão de vezes.” Mantras sem significado não funcionam. Todo mantra sânscrito significa alguma coisa ou aponta para algum aspecto da realidade, adequada como tema de reflexão para cada praticante.

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É reconhecido por todos que a palavra falada possui um poder
relativamente profundo na mente das pessoas, tanto positiva quanto
negativamente. Quando algum enfermo escuta palavras de ânimo, de alento,
parece que uma nova força toma conta de sua alma, dando−lhe mais
otimismo e segurança num iminente restabelecimento. Quando alguém se
deprime por diversos problemas em sua vida, alegra−se ao ouvir um cântico
religioso, permitindo−se a uma interiorização e contemplação de seu “mundo
interior”, para uma maior comunhão com Deus, a fonte essencial da cura.
Por isso, o aspirante à Magia trata com muito cuidado e zelo tudo
aquilo que entra em seus ouvidos e principalmente o que sai de sua boca. Se
o estampido de um canhão consegue produzir um grande estrondo em seu
redor, palavras mal pronunciadas em momento inadequado conseguem criar
situações às vezes muito desagradáveis, não só aos ouvintes, mas na
maioria das vezes a quem a pronunciou.

No entanto, o poder da palavra falada, chamada de Mantraterapia (ou
Verboterapia), não se restringe a uma disciplina verbal, no sentido socrático
da idéia, ou seja, simplesmente utilizar com precisão e ordem os conceitos
intelectuais que se quer transmitir. A Mantraterapia vai mais além, ao
defender que por trás da pronúncia de um som se encontra um poder, uma
energia, uma força espiritual, capaz de operar magicamente, não só no
operador, mas no ambiente ao seu redor.

Ao estudarmos algumas passagens de livros religiosos, vemos como
o uso dos mantras sempre foi considerado de seriíssima importância.
Encontrando−se num templo de Mistérios egípcio, o sábio grego Sólon
perguntou a um dos mestres ali presentes sobre as possíveis causas do
afundamento da Atlântida; esse Mestre afirmou com ênfase que não se podia
falar inconseqüentemente sobre desgraças daquela natureza, principalmente
num ambiente carregado de energias de altíssima força espiritual, pois se
poderia atrair as mesmas circunstâncias. Essa resposta foi suficiente para
calar o filósofo grego.

Vemos também um caso espantoso, como é o da destruição de Jericó
por Josué e seus sacerdotes e guerreiros, os quais rodearam as muralhas
dessa cidade por vários dias e logo após entoaram cânticos, gritaram e
tocaram seus instrumentos, o que fez com que Jericó fosse totalmente
destruída pelos fogos subterrâneos. Também vemos o grande Mestre Jesus,
o Cristo, realizando múltiplos milagres com a simples pronúncia de uma
tantas palavras, muitas delas ininteligíveis aos ouvidos dos não−iniciados.

Por isso vemos porque a palavra sempre foi muito bem empregada,
sempre foi reconhecida como fundamental para o crescimento e
desenvolvimento de nossos poderes internos, de nossa saúde mental e física,
além de nosso nível de Consciência.

Os magos afirmavam que os sons que emitimos obedecem à Lei
cósmica do Retorno, ou seja, à lei da Causa e Efeito, ou Karma. Toda ação
gera uma reação proporcional e em sentido contrário, em três níveis: físico,
mental e conscientivo.

As origens de muitos mantras, nomes sagrados, termos cabalísticos
etc., remontam a épocas arcaicas. Muitos ocultistas afirmam que os mantras
não passam de resquícios de uma Língua de Ouro, perdida quase que
totalmente na atualidade, somente falada por Deuses e Anjos. Para o profeta
Enoch, esses gigantes eram Seres fantásticos que guiaram nossa evolução
em épocas imemoriais, entregando−nos seus alfabetos sagrados e mantras
de ouro.

Alguns desses mantras permaneceram até os dias de hoje, graças às
Escolas de Mistérios que conseguiram resguardar alguma coisa dessa língua
mágica falada pelos Ancestrais, na forma de nomes divinos, palavras
misteriosas e sem significado aparente: ADONAI, YAH, YOM, EHEIEH, ISIS,
ALLAH, IAO, AOM, KWAN − YIN, INRI etc...

Diz Eliphas Lévi sobre o poder do Verbo: “Toda Magia está numa
palavra, e esta palavra, pronunciada cabalisticamente, é mais forte que todos
os poderes do céu e do inferno. Com o nome IOD−HE−VAU−HE
comandamos a natureza; os reinos são conquistados em nome de ADONAI
e as forças ocultas que compõem o nome de HERMES são todas obedientes
àquele que sabe pronunciar o nome incomunicável de AGLA. Por isso, os
sábios de todos os séculos temeram diante dessa Palavra absoluta e terrível”.

Os mantras foram usados para diversos fins: curativos, mágicos,
ritualísticos, conscientivos, espirituais. Para os descrentes, a pronúncia
contínua e concentrada de certos mantras induz a uma auto−sugestão, a um
auto−engano. Na verdade, devido ao desconhecimento da Anatomia Oculta
do Homem(como já dissemos anteriormente), somente os Iniciados percebem
os efeitos das palavras mantralizadas, que vibram primeiramente em nossa
Alma, ressoando nos chacras, nos canais energéticos (Meridianos) e sobre os
estados de Consciência.

Por isso, esses mesmos Iniciados, principalmente hindus e maias,
enfatizam a idéia de que nosso corpo e nossa alma são a resultante de um Alfabeto Cósmico e cada fonema vibra em determinadas regiões de nosso
organismo, atuando terapêutica e magicamente sobre o próprio
mantralizador. Ou seja, somos um instrumento musical que deve vibrar com
as mais deliciosas melodias cósmicas.
Vejamos alguns exemplos práticos, entregues pelo VM Samael Aun
Weor em seus diversos tratados, que complementam nosso curso de Magia
Elemental:






Mantras de transmutação

Existem alguns mantras poderosos de transmutação alquímica.
Transformam nossas energias sexuais, emocionais e mentais em elementos
energéticos e espirituais, além de curativos. Essas energias transmutadas se
espalham maravilhosamente pelo organismo através de seu principal
conduto, a coluna vertebral.
Enquanto vocalizamos um dos mantras dados em seguida, podemos
visualizar essa energia transmutada em fogo regenerador subindo pela
espinha dorsal até a cabeça, e daí até o coração, espalhando−se por todo o
corpo.

Outros Mantras




O "homem dos mantras" como é conhecido e os seus mantras para 2014. O famoso numerólogo Gilson Chveid Oen  que pratica a  Numerologia Científica e a Engenharia Dimensional, como ele mesmo define,

Conheça os Mantras para 2014:


Como Mantras Gerais para viver a virada de 2013 para 2014 e mesmo para promover uma comunhão sua com o Universo ao longo de 2014
Fenomenal 2014 e/ou A Realidade Que Eu Sempre Quis 2014

Para Ajudá-lo a Aprender Ser Um Excelente Empreendedor
 Nileduz Bogides Dongi Bendafi

Para Ajudá-lo a Fazer Uma Administração Eficiente da Sua Vida Material
 Zondefimori Pantediluri

Para Ajudá-lo a Pensar e Viver Como Um Milionário
 Digiben Tolufa Zindi Vimbindi

Para Bloquear Invasões Predadoras Na Sua Vida Afetiva e Material
Aqui Tem Dono

Para Fazer Você Se Tornar Um Negociador Bem Sucedido
 Botei O Time Em Campo

Para Ajudá-lo a Viver Um Profundo Rejuvenescimento
 Beduzupo

Para Recuperar A Energia Vital De Pessoas Com a Saúde Debilitada
Lurondi Gitoz Vandiniz

Para Ajudar Crianças Hiperativas a Desenvolverem um Ritmo Normal
 Binga Lomaz Gindi

Para Anular Ansiedade e Pânico
 Gonpel Ubgiden Zermuz Omsi

Para Reaproximar Pessoas
 Filgunfimpax

Para Ativar Negócios Que Estão Emperrados
Deslanchou Total

Para Fazer Acontecer Num Futuro Bem Próximo Algo Que se Deseja Muito
Narondin

Para Ajudá-lo a Tornar Sua Vida Materialmente Próspera e Sexualmente Maravilhosa
Godabureso

Para Criar Um Poderoso Link Energético Através do Tempo Entre Você E Outra Pessoa
Zongaldabisis

Para Ajudá-lo a Se Preparar Eficientemente Para Provas e Concursos
 Begundir Zevo Sinogati

Para Conquistar o Grande Amor De Sua Vida
Luz do Meu Amor

Para Ajudá-lo a Reverter Disputas à Seu Favor
Cai Dentro Lucrecia

Para Seduzir Parceiros e Tornar A Relação Sólida e Intensa
 Goufema Liames Zembin Pinfen Formemti


O exercício da felicidade deve começar dentro de cada membro da sociedade humana e leis somente serão válidas quando emanadas de seres humanos animalescamente livres e felizes. Pois se assim não for estaremos eternamente confinados ao modelo atual de cadeia alimentar, com a sua característica básica de predação de cima para baixo.

Esse mantra é para lhe ajudar a mergulhar poderosa e profundamente nos seus prazeres. Ele é PENIDOLUBAZ.

domingo, 24 de novembro de 2013

Stregheria - Bruxaria Italiana

Stregheria, Stregoneria ou Bruxaria Italiana são os nomes dados a Velha Religião (Vecchia Religione) da região da Itália. Culto Pagão com origens nos velhos Mistérios Egeus-Mediterrâneos, a Stregheria é uma Religião Iniciática composta de diversos Clãs (Tradições), na maioria Hereditários e extremamente herméticos. Vale ressaltar que Stregheria, ao contrário do que muitos erroneamente pensam, não é Tradição de Wicca.

Cultos


O Culto das Streghe Neo-Pagãs centra-se na figura da Deusa Diana e seu irmão e Consorte Dianus. Mas este Culto, deve-se deixar claro, é aquele mantido por praticantes modernos, e não correspondem a Bruxaria Italiana como um todo. Deve-se dizer ainda, como demonstrativo da variedade de práticas e pensamentos ligados a 'Stregoneria' que há muitos Stregoni e Stregheque focalizam sua prática em Santos Católicos, enquanto há outros grupos e praticantes que se focam na figura do Diabo e demônios menores. Portanto, não é possível generalizar a 'Stregoneria' como uma prática única, ou como um único Culto.

Quando feito dentro de famílias ou em grupos de práticas, os rituais da Bruxaria Italiana também buscam a cura, a fertilidade e a prevenção ou quebra do mal olhado, também conhecido como malocchio (mau olhado) ou jetattura, bem como o amaldiçoamento de seus inimigos e feitiçaria para diversos fins, sejam benéficos ou maléficos.

Dentro das tradições das streghe ocorrem também ritos solares, obedecendo tanto às estações do ano, quanto à ciclos de plantio e colheitas nas diferentes regiões da Itália.


Que fique claro que esta que lhes escreve (ainda) não é nenhuma proficiente no
assunto, mas vamos melhorando à medida que praticamos e colocamos nossas experiências
em prática. Também não tenho a menor intenção de que esta seja a verdade suprema– pois sempre temos muito para aprender.


Iniciaremos com um pouco de História.

 A Itália passou a ser o país como o conhecemos a pouco mais de 100 anos. Antes disso, era apenas a península Itálica, dividida em diversos reinos. Voltando um pouco mais no tempo, mais ou menos a 1000 ac, vemos esta região populada por diferentes povos: dos etruscos, altamente desenvolvidos
tecnologicamente para a época, passando pelos Latinos e terminando nos Villanovanos,
que são considerados os indo-europeus do local. Neste momento histórico, os romanos ainda não são donos de um império e os gregos mostram muita influência sobre estes povos. A religião etrusca é influenciada pelos gregos e as práticas dos neolíticos – passando sua influencia, agora, para os romanos – que nunca foram detentores de uma cultura própria. Este caldeirão de culturas deu origem à Itália e sua Vecchia Religione.

A Vecchia Religione ou Stregaria é a velha religião ligada a Natureza (assim como a
Wicca),é a bruxaria italiana. Em italiano temos palavras para designar bruxa e bruxo que seriam,strega estregone, respectivamente.
Há também uma palavra para coven,boschetto.
Na Itália central, as bruxas adoravam a deusa Diana e seu consorte, o deus Dianus. Fora de Roma, na região dos Montes Albanos, elas se reuniam nas ruínas de um templo de Diana, às margens do Lago Nemi. No século XIV, uma mulher muito sábia que se “intitulava” Aradia, renasceu a
Velha Religião.Deste esforço, se formaram três tradições, que em origem, eram uma só.
As tradições são conhecidas como Fanarra, Janarra e Tanarra. Coletivamente, são
conhecidas como a Tríade de Tradições.
A Fanarra é original do norte da Itália e são conhecidos como Guardiões dos
Mistérios da Terra; a Janarra e Tanarra são do centro da Itália. A Janarra é conhecida como
Guardiões dos Mistérios da Lua e a Tanarra dos Mistérios das Estrelas. Cada tradição tem
um “líder” chamado Grimas. Ele deve ter conhecimento das outras duas tradições e sua
função é fazer com que a sua tradição continue.
Existe também a tradição Aridiana1, proveniente da vila de Arida – dizem que as
maiores parte dos discípulos de Aradia vieram desta localidade no centro da Itália. As
maiorias dos praticantes modernas da Stregaria seguem essa tradição. A maioria dos ritos
desta apostila são Aridianos.
Como uma religião baseada na natureza, os Aridianos reconhecem a polaridade de
gênero dentro da Ordem Natural, e personificam isso como A Deusa e o Deus. O ano é
dividido em meses do Deus (outubro a fevereiro) e meses da Deusa (março a setembro).
Ambos, Deusa e Deus, são reverenciados e são iguais em importância. Um detalhe é que
durante os meses do Deus, os rituais são feitos com robes/ túnicas e nos meses da Deusa,
sem roupa alguma. Outra coisa é que durante os meses do Deus, o sacerdote se ocupa de
mais “incumbências” nos esbaths.

Os grupos ou covens da tradição Aridiana possuem diversos cargos. Estes são de Sacerdotisa e Sacerdote; em seguida vem a Dama D’onoree La Guardiã, que são respectivamente, a Donzela que auxilia a Sacerdotisa nos rituais, e o Guardião que é responsável pela segurança da Sacerdotisa (o que de fato é interessante, pois não vivemos mais em uma época de perseguição, ou não deveríamos :)). É interessante também ressaltar a similaridade com o sistema gardeniano e alexandrino. Os sacerdotes são a representação dos Deuses nas encenações dos rituais...

Crenças da Strega

Na Itália e nas cidades da América com grandes populações de italianos ou descendentes, bruxas da “velha escola” podem ser encontradas. Em quase todas as cidades ou vilas, alguém poderá te apontar uma strega que possa colocar ou tirar oMalocchio (mal olhado), ou usar óleo de oliva para curar ou para adivinhações. No coração da strega vivem os “espíritos do antigo”, pois está é uma antiqüíssima crença. Sente-se com elas e te contaram estórias dos elfos ou das Lasa que são conhecidas como Os Antigos. Você aprenderá sobre a sacralidade do fogo, sobre as forças por traz da natureza. A voz do vento sussurrará aos teus ouvidos enquanto a strega fala... você sentirá e conhecerá. As crenças das streghe envolvem amuletos para repelir ou atrair energias. Gestos de poder, sinais que podem ser lidos em toda a natureza. A Deusa coroada com um crescente e o Deus Astado são adorados pelas strega. Também são conhecidos por diversos nomes: Tana e Tanus, Fana e Faunus, Jana e Janus. Os nomes mais comuns para os Deuses da Stregheria são : Diana e Dianus (Lúcifer); e os nomes mais antigos são Uni e Tagni. A natureza é vista como a manifestação das forças ou leis espirituais. A Magia4 é a arte de entender e interagir com estas forças, de uma forma que possam ser influenciadas. Como este sistema é mantido em ordem por espíritos e deidades, existem técnicas milenares de interagir e lidar com estes seres astrais – de forma que façamos nossas influencias e vontades. No norte da Itália, existe uma região chamada Toscana. Lá uma forma de stregheria um pouco mais peculiar é desenvolvida. Esta forma é extremamente simples, mas pouco lembra os rituais cerimoniais modernas. Há uma grande influencia etrusca nesta forma de bruxaria, onde os Deuses e espíritos são de origem etrusca. Estas bruxas raramente fecham um círculo sagrado para fazer seus feitiços e rituais. O importante para elas é que haja um campo onde possam trabalhar. Elas utilizam uma varinha (o instrumento mais primário da bruxaria) e gestos de poder com encantamentos (chants). Os Deuses reverenciados pelas streghe toscanas são a Deusa Uni e o Deus Tagni.
A natureza também é reverenciada pelos elementais: Fauni e Silvani são espíritos dos bosques; Monachetto são espíritos da terra, como os gnomos; Linchetto são os espíritos do ar. Na bruxaria toscana o norte é considerado um local de muito poder. Os seres elementais do norte são chamados Palla; no sul Settiano, que são espíritos do Fogo Elemental; os espíritos do oeste são os Manii; e os do leste são os Bellaire.
As streghe acreditam em espíritos do clã, chamados Lare que protegem as casas e as famílias. Além disso, ajudam as streghe a renascerem entre seus entes queridos. Pequenos templos são feitos na parte oeste da casa em honra a estas entidades. Tradicionalmente são feitas oferendas de vinho, mel, leite em um pequeno recipiente e uma vela é acesa. O folclore italiano também se estende a objetos inanimados, que se acredita possuírem poder. Entre os mais comuns estão as chaves feitas de outro ou prata, ferraduras, tesouras, pérolas e corais. Outros objetos incluem o alho, fita vermelha e sal que é empregado para a proteção.

Praticas :

Erguendo e Drenando Poder
Aqui serão apresentadas diferentes formas de se trabalhar a energia dentro da Stregheria. Para iniciar, é importante que nos familiarizemos com a Chama Espiritual

Chama Espiritual
Ela representa a presença dos Deuses, bem como o Espírito dos Caminhos Antigos. Aradia ensinou que o fogo veio da divindade e usava-o como símbolo de seus ensinamentos (os Caminhos Antigos). Tudo que a strega faz, tanto cerimonial quanto magikamente, vem da Chama Espiritual. Ela é um dos mais poderosos instrumentos queuma strega pode ter. No sistema aridiano, a Chama Espiritual é o centro do altar. Uma vasilha é colocada no centro do altar com um líquido alcoólico que queimará fazendo uma chama azul. Muitas bruxas usam o Strega Liquore (que diga-se de passagem, é meio caro), mas álcool de cozinha funciona muito bem – só cuidado com os carpetes, forrações e rostos :)Aradia associava a chama como sendo a alma da Velha Religião. Tradicionalmente,o local onde a chama nascerá é colocado sobre o pentagrama. Os quatro instrumentos cardinais são colocados ao lado da vasilha, cada um em sua posição. As velas dos Deuses ficam na parte superior do altar, formando com a Chama, um triângulo de luz.Se antes de preparar o altar para algum ritual – como um exercício mesmo – você quiser experimentar a Chama Espiritual, tente o seguinte: coloque um pouco de líquido alcoólico dentro de uma garrafa de vidro pequena, de preferência de vidro verde, e coloque sob Lua Cheia por algumas horas (três está bem). Sele bem a garrafa. Quando trouxer  agarrafa para dentro, coloque o tanto do líquido que irá usar numa vasilha. Apague as luzes,então trace uma crescente sobre o fluído com o athame e diga:
 Em nome de Tana, e por este símbolo sagrado, que sejas a essência da magia.
Agora, acenda o fogo. Faça o Gesto de Poder
3
,dizendo:
 Eu chamo agora à Fonte de Todas as Coisas, e rogo que ponhas Tua essência nesta chama.
Uma bela chama azul irá aparecer. Agora se sente e olhe a chama. Não a apague,mas deixe-a queimar. Ela pode ser usada também para abençoar objetos, consagrar instrumentos e criar o espaço sagrado. Sinta-se à vontade para experimentar vários usos para a chama. Não esqueça da frase da primeira parte dessa apostila: sempre adicionar,nunca remover.

Gesto de Poder
O Gesto de Poder pode ser usado como instrumento de invocação e para “carregar”objetos. Pode ser usado para fechar e abrir o círculo sagrado.Segure a varinha com a mão esquerda e o athame com a mão direita. Estenda seus braços, ao lado do corpo e para cima. Então mova os instrumentos para baixo, de forma circular, de forma que cada um forme uma crescente separada. Traga os dois juntos e
cruzados para cima, sobre a sua cabeça. Finalmente, se concentrando bastante, traga-os para baixo, em direção do local que está sendo consagrado.

Os Centros de Poder
Dentro do corpo existem vários centros de poder. Dentro da bruxaria italiana,apenas três são reconhecidos, porém com a influencia da filosofia oriental, hoje são sete.São como os chackras. Abaixo há um pequeno resumo:

fonte Apostila-de-Stregheria



Rituais Aridianos

Estes rituais são parte da tradição aridiana MODERNA. A velha religião era originalmente um culto de fertilidade, portanto os rituais eram bastante sensuais e sexuais. Com o passar do tempo, estes tipos de informação ficam abertos somente àqueles iniciados pelas famílias, mas na medida do possível pode-se ler as entrelinhas de um ritual ou adicionar o que desejamos ou sentimos a necessidade de acordo com a nossa sensibilidade. A energia procriativa era a bateria que enchia os rituais de magia.Está é uma parte muito importante da Stregheria. Como eu já mencionei, eu vou por aqui o básico. Em teoria, as treguendas estariam aqui. Mas à medida que elas forem chegando, eu passo. Nesta parte, ou por enquanto pelo menos, eu passo a Festa dell’inverno.
Outra coisa importante
: 99% destes rituais são desenhados para covens
ou grupos. Se for fazer solo, pode-se adaptar, se bem que os rituais para solitários estão em um outro livro chamado Hereditary Witchcraft do mesmo autor desse. De acordo com o livro posto, os solitários utilizam-se de efígies dos Deuses: estatuas que Os representam e segue o ritual como colocado. Com o tempo e com a prática, muito se modifica... como a nossa mente e consciência. Hoje uso os rituais descritos por Grimassi como apenas uma base. Muitos ritos se provaram muito mais ricos que os abaixo colocado. Depende da nossa segurança e afinidade.

Ritual de Dedicação

Este é um ritual bem simples baseado nas práticas italianas do séc. XV. Se você quer se tornar uma strega (ou um stregone, para os menininhos :))faça este ritual.A meia noite, quando a Lua estiver Cheia, vá a um campo aberto ou uma clareira, leve com você uma vasilha de água, outra de vinho e uma terceira para fazer uma mistura. Tambéml eve um saquinho vermelho com um galinho de arruda como seu amuleto e um pouco de sal.Coloque um pouco de vinho e água dentro da vasilha e coloque uma pitada de sal. Tire sua roupa e ajoelhe-se sob a lua. Passe o galho de arruda na vasilha com os líquidos misturados e se unte com ele, formando um pentagrama: testa- mamilo direito- ombro esquerdo-ombro direito-mamilo esquerdo- testa. Coloque a arruda nas palmas das mãos elevante para a Lua, dizendo






Eu ajoelho sob a mesma Lua
Que todas as bruxas dos tempos antigos
 Já se ajoelharam. 
E eu sou uma delas Nesta luz sagrada.
Ouça-me oh Diana, deusa da Lua, Rainha de Todas as Bruxas,
 Pois eu sustento os símbolos da Velha Religião.


Ouça-me





Faça o pentagrama com a arruda novamente e diga:

 Diana, bela Diana, 
Deusa da Lua e além, 
Rainha de todas as Bruxas, 
Deusa da noite escura e de toda a Natureza,
Se você me der teu dom 
Então te peço por um sinal.
Que seja ouvido o som de um cão
,O relincho de um cavalo,
O coaxar de um sapo,
Ou o chamado de um pássaro.

Faça o pentagrama pela terceira vez, dizendo:

Em nome de Diana,
 que assim seja

Junte suas coisas no saco vermelho e sente-se sob a Lua. Ouça os ruídos da noite. Se você ouvir alguns dos barulhos acima mencionados, quer dizer que Diana te aceitou, então você é uma strega. Se você não ouvir, não é uma rejeição, mas ainda não é o momento certo. Tradicionalmente, o som deve ser ouvi até o nascer do sol. Se não, então você pode tentar novamente na próxima Lua Cheia. Algumas vezes o som foi ouvi enquanto a pessoa está sentada sob a Lua, e algumas vezes na volta para casa. Uma vez que se torna uma Strega, a arruda se torna um amuleto muito forte e que vai te levar aos Dons de Aradia.

Em breve postarei mais sobre ...
 E pense por um momento Nesta que te adora e se ajoelha diante de Ti. Eu conheço as estórias das strega, E acredito nas palavras da Strega Sagrada
Quando ela falou da tua beleza no céu noturno,Quando ela nos ensinou a procurar por Ti. Aqui, enquanto a Lua Cheia brilha sobre mim, Receba-me, oh Diana. Receba-me como sua filha E me dê os poderes daquelas que seguem os teus caminhos Pois creio nos Dons de AradiaOs quais tu prometeras para todas aquelas que segue os Velhos Caminhos

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Ervas e plantas e suas propriedades

  • Arnica - afasta a negatividade
  •  Abre Caminho - novas forças
  •  Açúcar - aceitação
  •  Alho (palha) - proteção
  •  Alecrim - clareza mental
  •  Alpiste - prosperidade
  •  Arruda - proteção
  •  Anis Estrelado - aumenta a auto-estima
  •  Água-de-arroz - calmante
  •  Água-marinha (planta) - limpeza
  •  Alfazema - mudança
  •  Bulbo de cebolinha - tira o cansaço
  •  Comigo-ninguém-pode - defesa
  •  Camomila - limpeza (bactericida)
  •  Canela - limpeza, força e prosperidade
  • Cravo da Índia - estimulante
  •  Crisântemo branco - calmante
  •  Crista-de-Galo (sementes) - calmante (hipertensão)
  •  Contas de Rosário - concentração
  •  Cenoura (folhas) - fraqueza
  •  Dente-de-Leão - tristeza e anti-tóxico
  •  Erva doce - boas energias
  •  Espada de São Jorge - proteção
  •  Folha de Pinheiro - limpeza
  •  Folhas de Pêssego - dissolve densidades acumuladas
  •  Folhas de Limão - corta energias negativas
  •  Folhas de Manga - prosperidade
  •  Folhas de Louro - prosperidade
  •  Fumo - proteção
  • Flor de sabugueiro - calmante
  •  Guiné - proteção e força
  •  Girassol (sementes) - acelera as mudanças
  • Guaraná - aumenta as energias
  • Hortelã - aceitação
  •  Inhame - força e limpeza
  •  Levante - força, melhorar a auto-estima
  •  Losna - corta a negatividade (raivas)
  •  Macela - calmante (bom para insônia)
  • Manjericão - equilíbrio, renova as células do organismo
  • Pitanga (folhas) - melhora a circulação
  •  Rosas brancas - limpeza
  • Rosas vermelhas - energia
  •  Sementes de tangerina - para dores na coluna
  • Sálvia – rejuvenescimento.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Como eliminar larvas astrais

Como eliminar larvas astrais e alguns seres fora do físico (obsessores)

Defumação com Incensos

Muitas dessas larvas (porém não todas) podem ser destruídas com as sufumigações (o termo popular utilizado é “defumação”), aliadas a trabalhos mágicos, com orações e rituais de limpeza, Magia Elemental etc.
Existem alguns elementos de comprovada eficácia, como:

Aloés, mirra, cânfora, assafétida, pau d’alho, arruda, alecrim, benjoim, a casca de alho, enxofre (em pequena quantidade) e zimbro.

Esses produtos, repito, se queimados no carvão em brasa, irradiam juntamente com a fumaça desprendida múltiplos elementos purificadores do local e da aura.

ou 

Misture e queime em uma latinha no fogo no fogão:

1 colher (sopa) de insenso de igreja
1 colher (sopa) de mirra
1/2 colher (sopa) de enxofre em pó
1 colher (sopa) de aloé (babosa seca picadinha)
1 pedrinha de cânfora
Leve essa latinha esfumaçando pela casa toda.




Caso você aceite praticar um exercício esotérico, sugiro esta prática simples, porém, de eficácia comprovadíssima:

Vá a um parque e escolha uma árvore frondosa e cheia de vida que tenha atraído sua atenção.
Peça-lhe que encha seu corpo e sua Alma com sua energia. Peça-lhe um sinal de seu amor para você. Se possível, volte para casa e entre em meditação, aproveitando a força etérica recebida.
Em outras ocasiões, dirija a energia desse elemental para a cura e harmonia de alguém que necessite. Observe o que se passa com essa pessoa

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Conjurações para proteção

Segue abaixo 2 mantras e conjurações para proteção.

 Conjuração de Júpiter: Quando alguma criatura lhe ataca, ou se tem uma sensação ruim de algum lugar, aponte a mão direita para a entidade ou para o local, com os dedos polegar, médio e indicador estendidos, e fale em voz alta ou mentalize com força as seguintes palavras:


"Em nome de Júpiter, Pai de todos os deuses, Eu te conjuro! Te vigos Cossilin. Te vigos Cossilin. Te vigos Cossilin.


2º : é  poderosa para proteger principalmente de ataques físicos. Deve-se invocar com muita fé os três mestres: Samael, Adonai e Anúbis. 

Peça ajuda a Cristo, esse conjuramento: 








FONS ALPHA ET OMEGA, FIGA, FIGALIS, SABBAOTH, EMMANUEL, ADONAY, O, NERAY, ELA, IHE, REUTONE, NEGER, SAHE, PANGETON, COMMEN, AGLA, MATHEUS, MARCUS, LUCAS, JOHANNES, TITULUS TRIUNPHALIS, JESUS NAZARENOS REX IUDAEORUM, ECCE DOMINICAE CRUCIS SIGNUM FUGITE PARTES ADVERSAE, VICIT, LEO DE TRIBU JUDAE, RADIX DAVID ALELUYAH, KYRIE ELEISON, CHRISTIE ELEISON, PATER NOSTER, AVE MARIA, ET NE VOS, ET VENIA SUPER NOS SALUTARE TUUM. OREMUS…


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Fadas

As fadas são seres de luz que se transformam nas cintilações quando a luz do sol bate na água.

São a emoção de existir quando uma flor desabrocha, quando um bebê de qualquer tipo nasce ou quando um novo jogo é inventado.

As fadas são o meio pelo qual a alegria é transmitida dentro de um sistema ou de um ser físico. Sua alegria clara e cintilante é intensa e espontânea.

Embora as fadas prefiram ficar ao ar livre, entram quando convidadas. Gostam de áreas de beleza, como coleções de cristais, fontes de mesa, altares e plantas.

Contudo, as fadas tendem a cair no sono se elas - ou a área bonita - não forem freqüentemente notadas. Ao tirar o pó de seu altar, vocês as despertam!

É realmente bem difícil descrever a aparência de uma fada, pois elas vivem em um mundo paralelo ao nosso e segundo algumas pessoas que já as viram, dizem que para poder notar sua presença, temos que silenciar a mente, pois elas aproximam-se como uma suave melodia, ou mesmo um pequeno murmúrio.

Outra forma de percebê-las é quando de repente nos sentimos envolvidos com um doce perfume com uma fragrância indescritível.

Mas estas qualidades comuns ao mundo angelical podem confundir-nos e não saberemos discernir se estamos na presença de um anjo ou de uma fada. Só quando visualizamos a sua forma é que podemos diferenciá-los, dados que os primeiros adotam formas mais leves, mas apresentam-se com vestimentas mais corpóreas.

No caso das fadas, suas vestes possuem um grande diferencial: apresentam-se sempre ataviadas e cobertas por gases , quase transparentes com cores translúcidas, ocupando espaços fluídicos e seus graciosos corpos são esbeltos e femininos, possuem mãos alongadas, pés pequenos, tronco estilizado, cabelo com cor de arco-íris, que caem cobertos por véus transparentes. Algumas delas têm a cabeça coberta com uma touca cônica, muito parecida com a dos magos e como eles também utilizam varas mágicas com as quais produzem seus fenômenos.

Entretanto, a matéria da qual as fadas provêm é sutil e etérea, translúcida. Seu corpo é fluídico e pode se moldar com a força do pensamento. Sendo assim, a aparência dos seres feéricos, refletirá com freqüência as idéias pré-concebidas que deles já tenhamos.


Em virtude da natureza de sua estrutura corpórea, a fada pode também variar seu tamanho.

Teósofos que estudam este tema, afirmam que a função das fadas é absorver "PRANA", na vitalidade do sol e distribuí-la em nosso plano físico.

Desde os primórdios da civilização, segundo nos contam livros muito antigos, as pessoas estavam mais em contato com a natureza e seus fenômenos, essas fantásticas "presenças" faziam parte da vida cotidiana, instaladas nos bosques, nos arroios, na cozinha, na cabeceira da cama das crianças doentes, etc. Depois que o homem trocou o campo pela turbulência dos grandes centros urbanos, elas deixaram de ser ouvidas.

Popularmente, se crê que as fadas e o resto do Povo Pequeno remontam dos tempos mais antigos da Terra, quando ainda estavam em formação os montes e os oceanos e não havia ainda surgido o primeiro "homo sapiens". Viviam em um lugar determinado do planeta, mas não tardaram a se estenderem por regiões mais longínquas, ao mesmo tempo que se iam formando as montanhas, os mares e os rios, e aparecia o homem primitivo.

Para explicar sua remota origem, existem uma série de lendas, onde quase todas possuem uma fonte comum: a "caída" de anjos.


Na Irlanda, existiu a crença de que as fadas seriam anjos caídos, que foram expulsos do céu pelo Senhor Deus, em virtude de seu orgulho pecaminoso. Alguns caíram no mar, outros em terra firme e os que sobraram no mais profundo do inferno. Esses últimos, receberam do diabo o conhecimento, poder e os envia para a terra, onde trabalham para o mal. Entretanto, as fadas da terra e do mar seriam em sua maioria seres belos e bondosos, que não causam nenhum dano, se as deixarem em paz e lhe permitirem dançar em seus anéis feéricos a luz da lua com sua doce música, sem ser molestadas com a presença dos mortais.


Há uma outra versão irlandesa que conta que na época do Paraíso Terrestre, Eva estava lavando seus filhos nas margens de um rio, quando Yahvé veio lhe falar. Assustada escondeu os filhos que ainda não havia lavado, e Yahvé lhe perguntou se estavam ali todos os seus filhos, e ela respondeu que sim. Como não se convenceu da resposta, advertiu a Eva que aqueles que ela havia ocultado permaneceriam ocultos do homem também. Essas crianças se converteram em elfos e fadas, e nos países escandinavos são denominados raça "huldre". As jovens huldre são muito belas, mas apresentam rabos de vacas unidos aos seus corpos.

Os escandinavos contam ainda, em uma versão mitológica, que foram os vermes que surgiram do corpo em decomposição do gigante Ymir, que se converteram em: elfos claros, elfinas e elfos escuros. O verme é símbolo de vida que nasce da podridão. É ainda, símbolo da transição da terra para luz, da morte para a vida, do estado larvar para o vôo espiritual.



Em um período pré-cristão, existiu também, a crença que que as fadas seriam os espíritos dos mortos. Já na era cristã, se afirmava que as fadas eram anjos caídos ou então almas pagãs que não estavam aptas para subir aos céus, nem descer ao inferno. Por isso, ficaram destinadas a passar toda a eternidade nas escuras regiões de um "reino intermediário", a nossa Terra.

Acreditava-se ainda em Cornualles, uma região inglesa, que as almas das crianças mortas sem batismo, tornavam-se "PISKIES" (duendes) e apareciam no crepúsculo na forma de pequenas mariposas noturnas brancas. Os duendes "KNOCKER", das minas de estanho também eram considerados almas de mortos, mas nesse caso, eram os judeus que haviam sido transportados para lá por sua participação na Crucificação.

Todo o norte da Europa possui um rico conhecimento sobre as fadas, assim como as Ilhas Britânicas e de igual maneira, não são ignoradas na Alemanha, já que ali são conhecidas pelo nome de Norns, fiandeiras ao estilo das Parcas gregas. Na França encontramos a Dame Abonde, uma fada, cujo o próprio nome já invoca a abundância. Na Itália é venerada como Abundita, uma Deusa da Agricultura.

Em terra romana ainda, é muito conhecida a figura mítica da fada Befana, cuja função é estabelecer uma ligação das famílias atuais com seus antepassados, com uma troca de presentes. Ocupa, portanto a função de uma educadora-pedagoga que recompensa ou pune as crianças na época natalina.

Befana é a Grande Avó que preside várias fases de desenvolvimento das crianças. A "meia natalina" que todos nós, mesmo aqui no Hemisfério Sul, penduramos nas portas ou lareiras, não é só um lugar para depósito de presentes, mas tem o poder de invocar Befana, que tal como Frau Holda e Berchta visita as casas no período do Natal, recompensando todo aquele menino ou menina que foi bem comportado durante todo aquele ano.


Conforme a tradição mítica, Befana chega voando em uma vassoura, intensificando sua associação com as plantas e os animais, que antigamente eram considerados sagrados e muito utilizados como tótens. Befana voa do Reino das Fadas, para trazer presentes e alegria ao mundo dos homens.

O certo é que todas as culturas e todos os povos primitivos adoravam os velhos espíritos da natureza, suscitados pelo animismo (crença religiosa que considera todo o ver vivo e todo o objeto possui um espírito ou força interior), que mais tarde deram nascimento, entre os babilônios e gregos, à deidades terrestres e aquáticas, com toda uma sofisticada genealogia de Deuses. Muitas foram as teorias que se formaram sobre a possível etimologia das fadas, fazendo-as descender de antigas divindades celtas (Deusa Danann) ou de Dianas romanas.


Na realidade, no entanto, tanto sua origem como suas possíveis etimologias, se perdem na noite dos tempos ao se tratar de seres que iam se adaptando às circunstâncias das épocas, pois nem sempre se chamaram fadas, nem ninfas, nem lamias, nem elfos..., porém eles permanecem no meio de nós, com diversas aparências e revestidos de numerosos nomes.

Já dizia o inglês William Shakespeare, que há mais coisas nesta terra do que alcança a nossa precária percepção. Carl Jung complementa, ao afirmar que existe e sempre existiu, um realismo mágico contraposto a todo o mundo real.

É justamente através da dualidade destes opostos, é que se estabelece uma função reguladora. Se o ser humano não oscilar entre estas oposições, o espírito morrerá.

Entre o real e o mágico existe uma espécie de fluidez intemporal que se rege pelo inconsciente coletivo. O realismo mágico descrito por Jung, é regido por uma fonte que nos é mundo familiar e transcende a um mundo de contrastes entre os opostos. Isto é, toda a magia se nutre dos conteúdos do consciente coletivo, da nossa "memória ancestral". É através desta memória que ocorre a inversão do tempo.

A tradição celta possuía uma percepção admirável da maneira como o tempo eterno está entrelaçado com o nosso tempo humano. Existe uma história de Oisín, que era um dos Fianna, um grupo de guerreiros celtas, que sentiu uma grande vontade de aventurar-se a chamada Tír na n-óg, a Terra da Eterna Juventude, onde vivia o povo encantado.


Chegando ao seu destino, durante muito tempo viveu feliz com sua mulher Niamh Cinn Oir, conhecida como Niamh dos cabelos dourados. O tempo pareceu voar, por ser um tempo de grande felicidade. Mas um dia, a saudade de sua vida antiga passou a atormentá-lo. Tinha agora, curiosidade de saber como estavam os Fianna e o que estaria ocorrendo na Irlanda.

O povo encantado o desaconselhou, porque sabiam, que sendo ele um antigo habitante do tempo mortal linear, ele correria o risco de se perder ali para sempre. Apesar disso, ele resolveu voltar. Deram-lhe um belo cavalo branco e disseram-lhe para que nunca o desmontasse. Se o fizesse, estaria perdido.

Ele montou e seguiu até a Irlanda, mas chegando lá soube que os Fianna já tinham desaparecido. Ele consolou-se visitando as antigas áreas de caça e os locais onde junto com seus companheiros, haviam banqueteado, cantado, narrado velhas histórias e realizado grandes festas de bravura. Neste ínterim, o cristianismo já tinha chegado a Irlanda.


Enquanto passeava, rememorando seu passado, avistou um grupo de homens que não conseguiam erguer uma grande pedra para construir uma igreja. Sendo um guerreiro, ele possuía uma força extraordinária e, então, desejou ajudá-los, mas não se atrevia a desmontar do cavalo.

Ele observou-os de longe e depois se aproximou. Não conseguia mais resistir. Tirou o pé do estribo e enfiou-o por debaixo da pedra, a fim de erguê-la, mas assim que o fez, a cilha rompeu-se, a sela virou, e Oisín chocou-se com o solo. No exato momento em que tocou a terra da Irlanda, tornou-se um velho débil e enrugado.
Esta é uma excelente história para mostrar a coexistência dos dois níveis do tempo. Se se ultrapassasse o limiar que as fadas observaram entre estes dois níveis de tempo, terminava-se enredado no tempo mortal linear. O destino do homem neste tempo é a morte. Já no tempo eterno é a presença ininterrupta.

Todos os contos de fadas celtas sugerem uma região da alma que é habitada pelo eterno. Existe uma região eterna em nosso íntimo, onde não estamos sujeitos às devastações do tempo atual.

Tudo o que vivemos, experimentamos ou herdamos, fica armazenado no templo de nossa memória. Sempre que nos aprouver, podemos regressar e passear pelas salas desse templo para despertar e reintegrar tudo que já nos aconteceu. Será esta reflexão que irá conferir profundidade a todas as nossas experiências.

Hoje, início do terceiro milênio, com um mundo globalizado, com nações mais preocupadas em garantir seu poderio político-econômico, muito pouca atenção se dá a este tipo de memória. A verdadeira experiência fantástica difere dessa visão genérica do imaginário das fadas composta por uma literatura sentimentalista com eternos finais felizes. Esse mundo do "Era uma vez..." que todos conhecemos, não é verdadeiro mundo das fadas.

As fadas reais representam o "Poder", um poder incompreensível para os humanos, pois elas são criaturas com valores e ética muito distantes do gênero humano: não pensam e, o que lhe é mais singular, não sentem como os humanos. Essa é a essência que as separa dos mortais e a origem da grande parte da inquietude que causam, porque as fadas são em si criaturas da matéria prima da vida.

O reino das fadas é um mundo de misterioso encanto, de cativadora beleza, de malícia, de humor, júbilo e inspiração, de terror, de riso, amor e tragédia. Todavia, é um mundo para ser penetrado com extrema cautela!

domingo, 17 de novembro de 2013

Simbolos: Pentagrama

O Símbolo através da História

PENTAGRAMA ou LAÇO INFINITO(como algumas culturas preferem chamar). O pentagrama é uma estrela de 5 pontas. A origem não se sabe ao certo, porém há algumas representações.

A humanidade sempre teve ao seu redor um mundo de forças e energias ocultas que muitas vezes não conseguia compreender nem identificar. Assim sendo, buscou ao longo dos tempos, proteção a esses perigos ou riscos que faziam parte de seu medo ao desconhecido, surgindo aos poucos muitos objetos, imagens e amuletos, criando-se símbolos nas tradições de cada povo.

O pentagrama está entre os principais e mais conhecidos símbolos, pois possui diversas representações e significados, evoluindo ao longo da história. Passou de um símbolo cristão para a atual referência onipresente entre os neopagãos com vasta profundidade mágica.



Origens e difusões



Num dos mais antigos significados do pentagrama, os Hebreus designavam como a Verdade, para os cinco livros do Pentateuco (os cinco livros do Velho Testamento, atribuídos a Moisés). Na Grécia Antiga, era conhecido como Pentalpha, geometricamente composto de cinco As

Os Hebreus, consideravam o pentagrama o símbolo da verdade.
                                                                               
O pentagrama também é encontrado na cultura chinesa representando o ciclo da destruição, que é a base filosófica de sua medicina tradicional. Neste caso, cada extremidade do pentagrama simboliza um elemento específico:Terra, Água, Fogo, Madeira e Metal. Cada elemento é gerado por outro, (a Madeira é gerada pela Terra), o que dará origem a um ciclo de geração ou criação. Para que exista equilíbrio é necessário um elemento inibidor, que neste caso é o oposto (a Água inibe o Fogo).

A geometria do pentagrama e suas associações metafísicas foram exploradas por Pitágoras e posteriormente por seus seguidores, que o consideravam um emblema de perfeição. A geometria do pentagrama ficou conhecida como A Proporção Divina, que ao longo da arte pós-helênica, pôde ser observada nos projetos de alguns templos. Era um símbolo divino para os druidas. Para os celtas, representava a deusa Morrighan (deusa ligada ao Amor e a Guerra). Para os egípcios, era o útero da Terra, mantendo uma relação simbólica com as pirâmides.

Os primeiros cristãos tinham o pentagrama como um símbolo das cinco chagas de Cristo. Desse modo, visto como uma representação do misticismo religioso e do trabalho do Criador. Também era usado como símbolo da comemoração anual da visita dos três Reis Magos ao menino Jesus. Ainda, em tempos medievais era usado como amuleto de proteção contra demônios.

Os Templários, uma ordem de monges formada durante as Cruzadas, ganharam grande riqueza e proeminência através das doações de todos aqueles que se juntavam à ordem; além de grandes tesouros trazidos da Terra Santa. Na localização do centro da Ordem dos Templários, ao redor de Rennes du Chatres, na França, é notável observar um pentagrama natural, quase perfeito, formado pelas montanhas que medem vários quilômetros ao redor do centro. Ainda é possível perceber, a profunda influência do símbolo, em algumas Igrejas Templárias em Portugal, que possuem vitrais na forma de Pentagramas. No entanto, Os Templários foram dizimados pela mesquinhez da Igreja e pelo fanatismo religioso de Luis IX, em 1303. Iniciou-se assim a Idade das Trevas, onde se queimavam, torturavam e excomungavam qualquer um que se opusesse a Igreja. Durante esse longo tempo de Inquisição, a igreja mergulhou no próprio diabolismo ao qual se opunha. Nessa época o pentagrama simbolizou a cabeça de um bode ou do diabo, na forma de Baphomet, o mesmo que a Igreja acusou os Templários de adorar. Assim sendo, o pentagrama passou de um símbolo de segurança à representação do mal, sendo chamado de Pé da Bruxa. Assim, a perseguição da Igreja fez as religiões antigas se ocultarem na clandestinidade.

Ao fim da era das Trevas, as sociedades secretas começam novamente a realizar seus estudos sem o medo paranóico das punições da Igreja. Ressurge o Hermetismo, e outras ciências misturando filosofia e alquimia. Floresce então, o simbolismo gráfico e geométrico, emergindo a Renascença numa era de luz e desenvolvimento. O pentagrama agora, significa o Microcosmo, símbolo do Homem de Pitágoras representado através de braços e pernas abertas, parecendo estar disposto em cinco partes em forma de cruz (O Homem Individual). A mesma representação simboliza também o Macrocosmo, o Homem Universal, um símbolo de ordem e perfeição, a Verdade Divina. Agrippa (Henry Cornelius Von de Agrippa Nettesheim), mostra proporcionalmente a mesma figura, colocando em sua volta os cinco planetas e a Lua no ponto central (genitália) da figura humana. Outras ilustrações do mesmo período foram feitas por Leonardo da Vinci, mostrando as relações geométricas do Homem com o Universo.

Posteriormente, o pentagrama também foi associado aos quatro elementos essenciais (terra, água, ar e fogo) mais o quinto, que simboliza o espírito (A Quinta Essência dos alquimistas e agnósticos)

Na Maçonaria, o Laço Infinito (como também era conhecido o pentagrama, por ser traçado com uma mesma linha) era o emblema da virtude e do dever. O homem microcósmico era associado ao Pentalpha (a estrela de cinco pontas), sendo o símbolo entrelaçado ao trono do mestre da Loja.



Com Eliphas Levi (Alphonse Louis Constant), o pentagrama pela primeira vez, através de uma ilustração, foi associado ao conceito do bem e do mal. Ele ilustra o pentagrama microcósmico ao lado de um pentagrama invertido (formando a cabeça do bode, Baphomet).
O pentagrama voltou a ser usado em rituais pagãos à partir de 1940 com Gerald Gardner. Sendo utilizado nos rituais simbolizando os três aspectos da deusa e os dois do deus, surgindo assim a nova religião Wicca. Desse modo, o pentagrama retoma sua força como poderoso talismã, ajudado pelo aumento do interesse popular pela bruxaria e Wicca, que à partir de 1960, torna-se cada vez mais disseminada e conhecida. Essa ascensão da Wicca, gera uma reação da Igreja da época, chegando ao extremo quando Anton LaVey adota o pentagrama invertido (em alusão a Baphomet de Levi), como emblema da sua Igreja de Satanás, e faz com que a Igreja Católica considere que o pentagrama (invertido ou não) seja sinônimo de símbolo do Diabo, difundindo esse conceito para os cristãos. Assim naquela época, os Wiccanos para se protegerem dos grupos religiosos radicais, chegaram a se opor ao uso do pentagrama.

Até hoje o pentagrama é um símbolo que indica ocultismo, proteção e perfeição. Independente do que tenha sido associado em seu passado, ele se configura como um dos principais e mais utilizados símbolos mágicos da cultura Universal.






Na Maçonaria, o homem microcósmico era associado com o Pentalpha (a estrela de cinco pontas). O símbolo era usado entrelaçado e perpendicular ao trono do mestre da loja. As propriedades e estruturas geométricas do "Laço Infinito" foram simbolicamente incorporadas aos 72 graus do Compasso - o emblema maçônico da virtude e do dever. Nenhuma ilustração conhecida associando o pentagrama com o mal aparece até o Século XIX. Eliphas Levi (Alphonse Louis Constant) ilustra o pentagrama vertical do homem microcósmico ao lado de um pentagrama invertido, com a cabeça do bode de Baphomet (figura panteísta e mágica do absoluto). Em decorrência dessa ilustração e justaposição, a figura do pentagrama, foi levada ao conceito do bem e do mal. Contra o racionalismo do Século XVIII, sobreveio uma reação no Século XIX, com o crescimento de um misticismo novo que muito deve à Santa Cabala, tradição antiga do Judaísmo, que relaciona a cosmogonia de Deus e universo à moral e verdades ocultas, e sua relação com o homem.

Não é tanto uma religião mas, sim, um sistema filosófico de compreensão fundamentado num simbolismo numérico e alfabético, relacionando palavras e conceitos. Eliphas Levi foi um expositor profundo da Cabala e instrumentou o caminho para a abertura de diversas lojas de tradição hermética no ocidente: a "Ordem Temporale Orientalis" (OTO), a "Ordem Hermética do Amanhecer Dourado" (Golden Dawn), a "Sociedade Teosófica", os "Rosacruzes", e muitas outras, inclusive as modernas Lojas e tradições da Maçonaria. Levi, entre outras obras, utilizou o Tarot como um poderoso sistema de imagens simbólicas, que se relacionavam de perto com a Cabala. Foi Levi também quem criou o Tetragrammaton - ou seja, o pentagrama com inscrições cabalísticas, que exprime o domínio do espírito sobre os elementos, e é por este signo que se invocavam, em rituais mágicos, os silfos do ar, as salamandras do fogo, as ondinas da água e os gnomos da terra ("Dogma e Ritual da Alta Magia" de Eliphas Levi).

A Golden Dawn, em seu período áureo (de 1888 até o começo da primeira guerra mundial), muito contribuiu para a disseminação das raízes da Cabala Hermética moderna ao redor do mundo e, através de escritos e trabalhos de vários de seus membros, principalmente Aleister Crowley, surgiram algumas das idéias mais importantes da filosofia e da mágica da moderna Cabala. Em torno de 1940, Gerald Gardner adotou o pentagrama vertical, como um símbolo usado em rituais pagãos. Era também o pentagrama desenhado nos altares dos rituais, simbolizando os três aspectos da deusa mais os dois aspectos do deus, nascendo, então, a nova religião de Wicca. Por volta de 1960, o pentagrama retomou força como poderoso talismã, juntamente com o crescente interesse popular em bruxaria e Wicca, e a publicação de muitos livros (incluindo vários romances) sobre o assunto, ocasionando uma decorrente reação da Igreja, preocupada com esta nova força emergente. Um dos aspectos extremos dessa reação foi causado pelo estabelecimento do culto satânico - "A Igreja de Satanás" - por Anton La Vay. Como emblema de sua igreja, La Vay adotou o pentagrama invertido (inspirado na figura de Baphomet de Eliphas Levi). Isso agravou com grande intensidade a reação da Igreja Cristã, que transformou o símbolo sagrado do pentagrama, invertido ou não, em símbolo do diabo. A configuração da estrela de cinco pontas, em posições distintas, trouxe vários conceitos simbólicos para o pentagrama, que foram sendo associados, na mente dos neopagãos, a conceitos de magia branca ou magia negra. Esse fato ocasionou a formação de um forte código de ética de Wicca - que trazia como preceito básico: "Não desejes ou faças ao próximo, o que não quiseres que volte para vós, com três vezes mais força daquela que desejaste." Apesar dos escritos criados para diferenciar o uso do pentagrama pela religião Wicca, das utilizações feitas pelo satanismo, principalmente nos Estados Unidos, onde os cristãos fundamentalistas se tornaram particularmente agressivos a qualquer movimento que envolvesse bruxaria e o símbolo do pentagrama, alguns wiccanianos se colocaram contrários ao uso deste símbolo, como forma de se protegerem contra a discriminação estabelecida por grupos religiosos radicais. Apesar de todas as complexidades ocasionadas através dos diversos usos do pentagrama, ele se tornou firmemente um símbolo indicador de proteção, ocultismo e perfeição. Suas mais variadas formas e associações em muito evoluíram ao longo da história e se mantêm com toda a sua onipresença, significado e simbolismo, até os dias de hoje. O Pentagrama é o símbolo de toda criação mágica. Suas origens estão perdidas no tempo. O pentagrama foi usado por muitos grupos de pessoas aos longo da História como símbolo de poder mágico. O Pentagrama é conhecido com a estrela do microcosmo, ou do pequeno universo, a figura do homem que domina o espírito sobre a matéria, a inteligência sobre os instintos. Na Europa Medieval era conhecido como "Pé de Druida" e como "Pé de Feiticeiro", em outras épocas ficou conhecido como "Cruz dos Goblins". O Pentagrama representa o próprio corpo, os 4 membros e a cabeça. É a representação primordial dos 5 sentidos tanto interiores como exteriores. Além disso, representa os 5 estágios da vida do homem:

Nascimento: o início de tudo

Infância: momento onde o indivíduo cria suas próprias bases

Maturidade: fase da comunhão com as outras pessoas

Velhice: fase de reflexão, momento de maior sabedoria

Morte: tempo do término para um novo início

O Pentagrama é o símbolo da Bruxaria. Os Bruxos usam um Pentagrama para representar a sua fé e para se reconhecerem. O Pentagrama é tão importante para um Wiccaniano, assim como uma cruz é importante para um cristão, ou como um Selo de Salomão é importante para um judeu. O Pentagrama representa o homem dentro do círculo, o mais alto símbolo da comunhão total com os Deuses. É o mais alto símbolo da Arte, pois mostra o homem reverenciando a Deusa , já que é a estilização de uma estrela (homem) assentada no círculo da Lua Cheia (Deusa). Cada uma das pontas possui um significado particular:

PONTA 1 - ESPÍRITO: representa os criadores , a Deusa e o Deus, pois eles guiam a nossa vida e nos ajudam na realização dos ritos e trabalhos mágicos. O Deus e a Deusa são detentores dos 4 elementos e estes elementos são as outras 4 pontas.

PONTA 2 - TERRA: representa as forças telúricas e os poderes dos elementais da terra, os Gnomos. É a ponta que simboliza os mistérios, o lado invisível da vida, a força da fertilização e do crescimento.

PONTA 3 - AR: representa as forças aéreas e os poderes dos Silfos. Corresponde à inteligência , ao poder do saber, a força da comunicação e da criatividade.

PONTA 4 - FOGO: representa a energia, a vontade e o poder das Salamandras. Corresponde às mudanças, às transformações. É a força da ativação e da agilidade.

PONTA 5 - ÁGUA: representa as forças aquáticas e aos poderes das Ondinas. Está ligada às emoções, ao entardecer, ao inconsciente. Corresponde às forças da mobilidade e adaptabilidade. Portanto, o Bruxo que detém conhecimento sobre os elementos usa o Pentagrama como símbolo de domínio e poder sobre os mesmos.